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A osteoporose em idosos é uma das doenças mais comuns nessa fase da vida. Infelizmente, sua incidência está aumentando ao longo dos anos e atinge mais de 10 milhões de brasileiros. Dores nos ossos, fraturas e ombros caídos podem ser um indicativo dessa enfermidade. A doença começa a surgir a partir de 45 anos em mulheres e após os 65 anos em homens.

Neste post, mostraremos as causas, sintomas, fatores de risco e as melhores formas de prevenção da osteoporose. Também explicaremos por que ela é mais comum durante o envelhecimento e onde procurar ajuda. Continue a leitura para entender melhor sobre esse problema.

O que é osteoporose?

Osteoporose é uma doença que fragiliza os ossos fazendo com que eles fiquem porosos. Para os idosos, ela é ainda mais preocupante, já que pode ocasionar sérias fraturas de quadril, fêmur e costela.

Embora não seja uma doença feminina, podendo afetar ambos os sexos, a osteoporose é mais comum nas mulheres, uma vez que elas têm estrutura óssea mais leve e fina do que os homens. Em geral, esse mal surge durante a menopausa.

Essa enfermidade ocorre porque a partir dos 40 anos é comum perder massa óssea em uma velocidade maior. As células osteoblastos renovam a estrutura óssea e, para realizar essa atividade, elas utilizam o cálcio, absorvido com a ajuda da vitamina D, dois componentes fundamentais para a saúde óssea.

Quando há uma baixa na produção dessas células, a capacidade de renovação do esqueleto é reduzida. Assim, começa um processo de desequilíbrio que gera a osteopenia, primeira etapa do problema. Logo, os ossos começam a ser degradados com mais rapidez do que os osteoblastos podem fazer a renovação, gerando a osteoporose.

Quais são as principais causas da doença?

É importante entender que o organismo apresenta células que formam os ossos e outras responsáveis pela absorção óssea. Por isso, com o passar dos anos, o tecido ósseo antigo sofre um desgaste feito pelos osteoclastos.

Com a baixa capacidade dos osteoblastos, os reconstrutores celulares, há uma desigualdade nessa etapa. Então, o corpo absorve mais tecido ósseo do que produz. Isso é o que gera a osteoporose. Veja agora as principais causas desse problema.

Avanço da idade

O surgimento de osteoporose em idosos é comum devido à redução da vitamina D no organismo, que ajuda na absorção do cálcio. Como essa substância é essencial para a mineração de um osso regenerado, sua falta dá origem a uma estrutura frágil e maleável, suscetível a rupturas.

Falta de cálcio

Na fase jovem do corpo, o cálcio é utilizado para gerar o esqueleto. Então, quando há um desequilíbrio na produção desse mineral, os ossos não são renovados e a estrutura é comprometida. Embora ele possa ser obtido por meio de alimentos, o osso é o reservatório principal do componente. Quando há uma falha, surge a osteoporose.

Menopausa

Até os 20 anos, há um crescimento ósseo necessário que alcança a estabilidade aos 35 anos. Após essa faixa etária, a densidade óssea começa a diminuir. Na mulher, a produção do estrogênio no período menstrual retarda a reabsorção óssea. Mas, quando ela entra na menopausa, a quantidade desse hormônio diminui, acelerando o desgaste dos ossos.

Doença renal

Como dissemos, a vitamina D é essencial para a absorção do cálcio e sua produção ocorre nos rins. Por isso, quando a pessoa porta alguma enfermidade que compromete esses órgãos, a assimilação do cálcio é prejudicada, afetando a regeneração óssea.

Problemas hormonais

Algumas doenças hormonais, por exemplo, o hipotireoidismo, podem atuar como causadoras secundárias da osteoporose. Elas interferem na produção hormonal sadia e levam à fragilidade e porosidade da estrutura óssea.

Além disso, certos medicamentos à base de hormônios tireoidianos, glicocorticoides, heparina e lítio podem acelerar essa degeneração. Males como mieloma múltiplo, leucemia, doenças inflamatórias intestinais, doença celíaca, pós-gastrectomia, entre outros também podem ser apontados como agentes na deficiência da renovação dos ossos.

Quais são os fatores de risco?

É possível citar diversos fatores que podem levar a um desenvolvimento precoce da osteoporose. Os mais preocupantes entre eles são:

  • histórico familiar;

  • sedentarismo;

  • dieta com falta de cálcio;

  • tabagismo;

  • alcoolismo;

  • menopausa;

  • problemas na tireoide;

  • diabetes;

  • uso exagerado de corticoides;

  • pouca exposição ao sol;

  • fratura por trauma mínimo;

  • peso baixo.

Por isso, caso o idoso já apresente algum desses indicativos, é essencial procurar orientação médica antes de a enfermidade começar. Sendo assim, a família e o cuidador de idosos devem ficar atentos aos sintomas.

Quais são os principais sintomas?

Notar os sinais da osteoporose em idosos é fundamental para descobrir o momento certo de buscar ajuda especializada em envelhecimento ativo. Portanto, preste atenção ao relato dos seguintes sintomas:

  • dores ou sensibilidade nos ossos;

  • redução da estatura com o tempo;

  • incômodo na região lombar;

  • dores no pescoço;

  • falta de postura com cervical em curvatura.

Essa doença age silenciosamente, tendo sua aparição constatada quando há traumas ou fratura. Por isso, é essencial observar a pessoa idosa e ir ao médico como medida preventiva.

Por que a osteoporose em idosos é comum?

A principal causa da osteoporose em idosos é o desequilíbrio entre a reconstrução e a perda da formação óssea, que os torna mais propensos a fraturas. A própria doença está associada ao envelhecimento, uma vez que a perda de massa óssea tem início nessa fase. Com isso, o organismo perde a capacidade de absorver e metabolizar o cálcio.

Portanto, os ossos se tornam menos rígidos, começando a ficar quebradiços. Em geral, as áreas mais afetadas são: coluna vertebral, coxas e antebraços. Qualquer queda pode levar a uma fratura grave quando a doença está presente.

Por isso, é importante fazer a prevenção da osteoporose da forma correta. Seguindo as recomendações, é mais difícil que a doença surja. Veja quais são elas.

Como prevenir e cuidar da osteoporose em idosos?

Prevenir esse mal é mais fácil do que se pode pensar, é preciso apenas seguir algumas recomendações como:

  • não fumar;

  • não consumir álcool em excesso;

  • ter uma alimentação saudável com ingestão de vitamina D e cálcio;

  • praticar atividade física regularmente;

  • realizar a densitometria óssea anualmente a partir dos 50 anos;

  • começar a reposição hormonal (se for preciso);

  • ter o acompanhamento de um endocrinologista, que pode indicar o melhor tratamento de acordo com a intensidade do caso.

Além disso, para que essa doença não seja um problema na qualidade de vida, é importante procurar uma clínica especializada em envelhecimento ativo, uma vez que os especialistas podem cuidar da saúde do idoso de forma adequada e segura.

Com esses cuidados, é possível evitar ou retardar o aparecimento da osteoporose em idosos. Mantendo-os em dia, será simples ter muito mais vigor mesmo após os 60 anos.

Quer ter uma equipe de especialistas em envelhecimento saudável para acompanhar você ou um familiar nessa fase? Então, entre em contato com a Longevitat.