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O natural processo degenerativo que ocorre no envelhecimento reduz significativamente as aptidões físicas e capacidades cognitivas, além de favorecer a instabilidade emocional e o surgimento de doenças crônicas. Nesse sentido, focar na importância da prevenção e dos cuidados com a saúde do idoso pode minimizar os impactos gerados.

Para esclarecer tais questões, vamos demonstrar como a educação preventiva pode diminuir (ou ao menos retardar) a incidência de enfermidades que surgem nessa faixa etária. Apresentaremos também alguns cuidados que devem ser observados ao longo da vida, a fim de tornar o envelhecimento mais ativo e saudável. Acompanhe! 

Qual é a importância da prevenção para o envelhecimento saudável?

Um dos aspectos mais relevantes em relação à qualidade da saúde no envelhecimento é que o jovem atual será o idoso de amanhã. Assim, convém frisar que a juventude é uma fase na qual se está exposto a inúmeros fatores de risco que contribuem consideravelmente para o estado de saúde futuro.

Além do estresse que acompanha a vida do jovem contemporâneo, hábitos como o tabagismo, o etilismo, a irregularidade do sono e a alta exposição aos poluentes são fatores que sugerem a necessidade de medidas preventivas urgentes.

No entanto, inúmeras são as condições clínicas passíveis de prevenção antes da chegada à terceira idade. Entre elas, destacam-se as doenças infecciosas, as alterações mentais, os problemas cardiovasculares (como insuficiência cardíaca e infarto) e o câncer.

Outro aspecto que demonstra a importância da prevenção para a qualidade de vida do idoso é a imunização. De modo semelhante, os exames periódicos permitem diagnósticos precoces e não podem ser negligenciados. 

O sedentarismo também influencia bastante na qualidade de vida ao envelhecer. Quem não tem o hábito de fazer exercícios na juventude dificilmente mudará na vida adulta ou na terceira idade. Mas a boa notícia é que, mesmo na idade mais avançada, a atividade física pode reverter algumas complicações resultantes de uma vida sedentária.

Um estudo divulgado pela Associação Americana do Coração destacou a possibilidade de treinamentos regulares rejuvenescerem corações envelhecidos e diminuírem o risco de insuficiência cardíaca. Ou seja: os exercícios podem reverter os efeitos cardíacos de uma vida sedentária até entre as pessoas de meia-idade.

Isso mostra a importância da prevenção e o quanto um estilo de vida mais saudável influencia em todo o processo. Mas igualmente relevante é compreender os níveis de prevenção da saúde e a aplicabilidade de cada um deles. Confira!

Prevenção primária

O objetivo é remover as causas e os fatores de risco relativos aos problemas de saúde que mais acometem as pessoas, com foco na promoção da saúde e na proteção específica contra determinadas doenças. Nessa modalidade de prevenção, incluem-se os exercícios físicos e as campanhas de imunização, por exemplo.

Prevenção secundária

As medidas de prevenção secundária são todas aquelas que visam detectar problemas de saúde no estágio primário. Na fase subclínica, tornam-se bem mais fáceis a identificação e a confirmação do diagnóstico, além do direcionamento para a intervenção mais adequada.

Logo, por meio dessas práticas, é possível prevenir a disseminação ou limitar suas consequências — ainda que em longo prazo. Alguns exemplos são: o rastreamento do câncer de colo do útero em mulheres jovens e a verificação dos riscos de doenças cardiovasculares entre os pacientes idosos.

Prevenção terciária

Nessa modalidade, incluem-se as medidas capazes de minimizar os danos funcionais decorrentes de uma doença aguda ou crônica. Exemplos clássicos de medidas de prevenção terciária são os processos de reabilitação. Os quadros mais comuns são aqueles que envolvem acidentes ou incapacitações consequentes de doenças graves.

Que cuidados auxiliam na melhoria da saúde?

Listamos algumas medidas com um potencial significativo de conter os prejuízos à saúde. No entanto, para alcançar uma longevidade saudável, é preciso dar atenção a tais fatores desde a juventude. Quer saber quais são essas ações e qual é a importância de cada uma delas para a qualidade da saúde? Acompanhe os tópicos abaixo.

Mudança de percepção sobre os alimentos

Simplesmente controlar o que você coloca em sua mesa não é suficiente para ter mais saúde. Na medicina preventiva, o aspecto nutricional mais importante é a mudança de percepção quanto à função do alimento.

É preciso refletir melhor sobre aquilo que os alimentos representam para o seu corpo e a sua saúde. Essa nova concepção sobre o que você ingere diariamente é essencial a um direcionamento positivo que modifique seus hábitos, permitindo-o viver mais e melhor. 

Atividade física regular 

Além de evitar o uso exagerado de álcool e fumo, a prática de exercícios regulares é essencial à promoção da saúde. Preservar o condicionamento cardiorrespiratório possibilita a diminuição de perdas musculares e energéticas típicas do envelhecimento. 

Quem pratica atividades físicas ao longo da vida têm maiores chances de se manter ativo e autônomo por mais tempo. A oxigenação das células e o maior controle da captação de glicose pelo sangue são essenciais ao funcionamento de órgãos nobres como coração, pulmão e cérebro.

Logo, os exercícios se tornam fatores de proteção tanto para a saúde física quanto para as funções mentais. Por meio dessa prática, é possível melhorar o equilíbrio e prevenir o risco de quedas na terceira idade — um problema muito comuns nessa fase. Outro importante benefício é a maior produção de neurotransmissores (como a dopamina e a serotonina) responsáveis pelo controle do sono e dos níveis de depressão.

Estabilidade financeira

Planejar a aposentadoria é fundamental para assegurar um estilo de vida mais saudável e tranquilo durante o envelhecimento. É necessário ficar atento ao fato de que, normalmente, o poder aquisitivo vai diminuindo na terceira idade

Por isso, pensar no futuro e fazer um planejamento financeiro podem ser consideradas decisões estratégicas para assegurar uma vida de paz, independência e tranquilidade quando a terceira idade chegar.

Boa saúde emocional

Cuidar das emoções ajuda a conter os impactos causados pelos transtornos de ansiedade, pelas alterações de humor ou por outras condições que favorecem os sintomas desses quadros e provocam o declínio da saúde emocional.

Saber lidar com as diferenças emocionais de forma efetiva é imprescindível para garantir mais estabilidade mental nessa fase da vida. Muitos fatores contribuem com os desajustes psicológicos que, não raro, evoluem para o desequilíbrio mental e o agravo das doenças degenerativas.

De fato, o organismo fica mais vulnerável, sensível e frágil com o passar do tempo. A exemplo de um maquinário, as reservas funcionais do corpo são gradativamente reduzidas. Nisso reside a importância da prevenção para garantir o ajuste a essa “máquina” maravilhosa, prolongar a vitalidade e possibilitar dias melhores a quem alcança a longevidade.

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