Quem nunca teve momentos estressantes? Por exemplo, ficar estressado com o trabalho é algo recorrente, mas o estresse na terceira idade é ainda mais comum do que se imagina. Isso prova que a condição não está apenas relacionada com uma vida profissional agitada ou com muitas metas.

Ainda que já esteja em fase de aposentadoria, essa dificuldade pode aparecer surpreendendo a todos. Então, confira como identificar um idoso estressado e entenda a importância do acompanhamento médico.  

Como identificar o estresse na terceira idade?

O primeiro passo é observar os comportamentos cotidianos. Entre as causas recorrentes, estão: mudança no estilo de vida, saudades do passado, sentir falta de pessoas queridas e a preocupação com o futuro. 

O caso apresentado pelo idoso pode ser apenas um episódio passageiro, porém, se a situação persistir, é preciso ficar atento. Veja os principais sinais que indicam o estresse. 

Sintomas

Ao suspeitar que o problema possa estar interferindo na saúde do idoso, observe se as situações abaixo estão presentes. Alguns dos sintomas que indicam o estresse na terceira idade são:

  • dores de cabeça;
  • tremores;
  • suor;
  • tontura;
  • indigestão;
  • diarreia;
  • dores musculares;
  • cansaço constante;
  • ranger os dentes;
  • queimação estomacal e azia;
  • dificuldades para dormir;
  • alterações no peso.

Apresentando a maior parte dos sinais, há grandes chances de que o idoso esteja passando por uma fase estressante. Se ela não for tratada o quanto antes, é possível que apareçam consequências graves.

Quais problemas o estresse constante pode gerar?

Fazer a identificação inicial da dificuldade é imprescindível. Após isso, levar o paciente para fazer um acompanhamento médico especializado ajuda a diminuir as chances de que as consequências do estresse apareçam.

Consequências

O próprio estresse já é algo que interfere no bem-estar na terceira idade, mas o caso pode afetar a saúde emocional, psicológica e física do idoso. Entre as consequências mais comuns e preocupantes, estão:

  • enxaquecas frequentes;
  • problemas cardíacos;
  • hipertensão;
  • dificuldades gastrointestinais;
  • ansiedade;
  • depressão;
  • insônia.

Quando identificado e tratado logo no início, o estresse não evolui para esses casos. Por isso, é fundamental observar o idoso e, aos primeiros sinais, entrar em contato com o médico de confiança ou uma clínica especializada em envelhecimento saudável.

Qual a importância do acompanhamento médico?

Ao ter noção dos problemas que o estresse na terceira idade pode gerar, é possível entender a função do acompanhamento médico. Esse especialista, em geral o geriatra, atua ao diagnosticar a dificuldade e fazer o acompanhamento correto.

Com isso, o médico monitora os níveis de estresse, identifica hábitos prejudiciais e oferece o melhor tratamento para combater esse mal. A avaliação médica pode evitar o avanço da condição e reverter o quadro o quanto antes.

Sem o acompanhamento adequado, o idoso não controla o seu estresse e passa a sentir frustração e desânimo. Logo, sua qualidade de vida cai de forma drástica, o que leva a episódios de tristeza prolongados.

Então, ao identificar o estresse na terceira idade, o ato mais importante é manter o acompanhamento médico. Assim, essa dificuldade pode ser eliminada aos primeiros sintomas ou controlada, se estiver em um nível mais profundo.

Achou as informações relevantes? Então, não deixe de conferir o passo a passo para evitar o estresse e viver tranquilamente.